Os EUA capturam Maduro, o fraudador de eleições, acusado por narcotráfico

         O acusado por narcotráfico Nicolás Maduro "enfrentará a justiça americana em solo americano", garante a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi. A captura ocorreu em território venezuelano, em operação militar conjunta com forças de segurança. 

         A esposa de Maduro, Cilia Flores, ex-presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, também foi retirada de solo venezuelano e ambos respondem por conspiração para narcoterrorismo, tráfico de cocaína e posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, denunciados pela Procuradoria Geral ao Tribunal do Distrito Sul de Nova Iorque, célebre por sentenças de prisão perpétua em crimes de narcoterrorismo.    

        O povo venezuelano faz muito vive sob Estado de Exceção. Organismos internacionais estimam que mais de 8 milhões de venezuelanos fugiram da fome derivada da crise econômica e da repressão de Maduro, desde o ano de 2013.   

         A acusação dos EUA é de que o governo venezuelano patrocina a exportação de drogas em larga escala, especialmente para o território americano. O governo Trump acusa Maduro de inundar os EUA com drogas e membros de gangues.

         O ditador da Venezuela, um ex-motorista de ônibus hoje bilionário, pessoalmente, é acusado de liderar o tráfico de drogas do país do Caribe para o resto do mundo. 

         A unidade antiterrorista das forças armadas, a Força Delta do Exército americano, executou a captura de Maduro e sua mulher. A intervenção dos EUA na Venezuela guarda semelhança com a ocorrida no Panamá, em 1989, quando o narcotraficante Manuel Noriega foi afastado do poder.